Escrito por Fábio e Cris Ter, 14 de Abril de 2009 11:43
Parte III:
Não quero sugar todo seu leite
Nem quero você enfeite do meu ser
Apenas te peço que respeite
O meu louco querer
Não importa com quem você se deite
Que você se deleite seja com quem for
Apenas te peço que aceite
O meu estranho amor
Nossa segunda vez no Inner. Supostamente, agora que já estava batizada em uma casa de swing, deveria estar pronta para ir adiante na escala de experiências de sexo libertário, mas a vida real não é tão matemática, não?
Eu estava com certo frio na barriga, afinal, da primeira vez meu amor havia dito que não faria nada com ninguém. Lembro que, nessa primeira vez, eu estava tão excitada que até pedi para ele comer alguma garota para eu ver, mas como saber que eu não havia feito isso debaixo da segurança da promessa de que naquele dia ele não penetraria nenhuma outra além de mim? Enfim, agora era o dia "D". Dia de repartir meu amado com outra. Claro que sabia que, se eu amarelasse, ele respeitaria e não faria nada além do que eu pudesse suportar, mas, orgulhosa como eu sou, certamente consideraria um vexame fracassar.
Entrei na casa com aquele frio na barriga, imaginando: e se na hora "H" eu tivesse um chilique? Lembrei de novo do artigo sobre swing daquela revista. Lembro que na matéria havia a história de um cara que ao ver a esposa se deleitando nos braços de outro teve uma crise de choro. Já imaginou se eu passasse por um vexame semelhante? Meu Deus! Eu não podia nem conceber uma possibilidade semelhante, mas, como da primeira vez, fazer isso foi mais simples do que eu imaginava. Entramos na salinha de casal e começamos a nos beijar. Logo um casal se aproximou e começou a nos acariciar também. Era um casal muito jovem e lindo! Os dois incrivelmente bonitos, cheirosos e bem vestidos.
O cara já veio logo passando a mão na minha bunda e na minha boceta. Aí já foi deixando seus dedos escorregarem para dentro da minha calcinha. Minha perna amoleceu, me senti desvanecendo, desmilingüindo. Que mão! Que habilidade! Minhas carnes foram intumescendo entre os seus dedos, ele levantou minha perna e enfiou o primeiro dedo dentro da minha boceta. Minhas carnes tremeram. Ele foi ousado: enfiou o segundo e eu sucumbi. Deixei-o lamber a minha nuca, chupar meu pescoço, afagar meus seios, eu estava ardendo de tesão. Ele acariciava meu clitóris e chupava meus seios. De repente ele me virou de súbito e encaixou o pau na minha boceta. Foi quando eu pude ver meu marido atracado na garota.
Meu Deus! Que linda! Perfeita! Morena, cabelos lisos, traços finos, bundinha bem definida e empinadinha. Dava para ver pelo contorno da saia. Os seios dela eram grandes, jovens e bem empinados. Quando a mão dele passava por baixo da saia, levantava o tecido, deixando à mostra o bumbum e parte das coxas. Coxas perfeitas! Ele se deleitava nela, beijava sua boca, escorregava a língua pelo pescoço e descia até seus seios, que sugava com um tesão incomensurável. Ela retribuía lambendo a boca dele, lambendo o lóbulo da sua orelha e se empinando toda para o toque que ele fazia nela com tanto gosto.
Ela se contorcia de tesão, mas era bem menina, e tinha um jeito tímido, quase recatado, por trás de todo aquele tesão transbordante. Ela se dava para ele com um tesão absurdo. E ele certamente aproveitou, assim como fez o parceiro dela comigo, virando-a de repente. Deixou-a de costas para ele, levantou a saia preta listrada cheia de bicos que a deixava muito sensual e deixou as carnes dela à mostra. Contemplou-a por não muito mais do que um segundo, então puxou a calcinha de lado e meteu o caralho no meio das suas carnes.
Ela abriu os lábios e soltou um gemido. Ele então passou a meter nela sem dó. Nada de carinhos, beijinhos ou floreios. Era sexo puro! Só tesão! E que tesão! Ele movia os quadris para a frente e para trás de um modo alucinado, estocando a boceta dela com um tesão que parecia incontrolável.
Ela gostava. E muito! Balançava junto com ele e às vezes buscava com a língua a língua dele. Ele a comia por trás enquanto segurava seus seios e a beijava na boca.
Incrível! Não senti ciúme. Ao contrário, fiquei absolutamente excitada de ver o tesão que ele dava a ela e o quanto ela retribuía rebolando no seu pau. Fiquei imaginando o quanto a boceta dela devia estar se contraindo no pau dele. O quanto de mel ela devia estar despejando na camisinha dele. Aquilo, em vez de me dar raiva, me deu mais tesão. Assim, eu comecei a fazer no macho dela o que supunha que ela estivesse fazendo com o meu. Estávamos lado a lado. O meu marido metendo nela e o namorado dela esticando o caralho duro em mim.
Vi que ela se inclinou para mim e arrisquei um beijo. Enfiei a língua na boca dela e suguei-a todinha. Enchi a mão no peito dela. Que delícia! Eu beijando aquela boca tão macia, apertando aquele peito com força enquanto o pau dentro de mim não parava de me foder. Escorreguei pelo pescoço e nuca e fiz o mesmo carinho que meu marido, descendo com meus lábios até seu peitinho intumescido de tesão. Ela sussurrava gemidos de tesão ininteligíveis. Voltei a beijá-la e percebi que o tesão dos nossos parceiros aumentou. O parceiro dela me socava com mais força e provavelmente meu amor também devia estar estocando-a com mais fúria, porque os lábios dela se comprimiam com mais força contra os meus e às vezes ela chegava a gemer dentro da minha boca.
Eles nos fodiam com tanta força que chegamos a dar uma cabeçada. Desajeitadas, demos risada, mas não perdemos o tesão. Gemíamos feito loucas. Eu gozei logo, e o cara na seqüência. Daí pra frente não houve segredo. Fácil, fácil, o cara saiu de dentro de mim, tirou a camisinha e começou a fechar o zíper. Meu marido ainda não tinha gozado e eu achei que teria que esperar um pouquinho. Que nada! Estava me levantando da minha posição de "doguinho", quando olhei para trás e vi um negrão enorme tirando um pau gigante para fora. Eu nem disse nada e ele já estava colocando a camisinha. Pensei em dizer não, afinal, tinha acabado de transar, mas a visão daquele pau enorme e lustroso me impeliu a ficar quieta e deixar rolar.
Meu Deus! Pensei eu: "Tô virando uma pervertida. Minha boceta ainda tá latejando da transa anterior e já tô aqui me ajeitando para outro pau!". Estava tão excitada que nem me lembrei de ver se o cara estava acompanhado ou não. E ele estava.
A garota era uma negra alta, nem bonita nem feia, mas obviamente muito tímida e simples para ele. Ela usava uma saia de corte reto até abaixo do joelho que me fez lembrar o jeito como se vestem aquelas moças de igrejas evangélicas fundamentalistas que ainda exigem que suas fiéis se vistam de forma insossa. O cabelo meio alisado e semipreso reforçaram minha impressão. A moça estava meio sem jeito. Eu estava apoiada na parede e com o joelho encostado em um banco onde a menina simplesmente havia sentado para nos esperar. Fiquei um pouco constrangida. A princípio, achei que talvez a garota fosse voyeur e quisesse assistir, mas dado o fato de que ela não se masturbava, não olhava com cara alguma e não interagia, tive a impressão de que ela estava ali só para fazer a vontade do cara.
Essa situação me incomodou um pouco. Eu detestaria passar por isso. Fiquei imaginando se ela gostava daquilo ou se estava triste. Se fazia parte da brincadeira ou se era só mais uma garota submissa fazendo a vontade do seu macho.
Por uma fração de segundo senti certa melancolia. Mas por outro lado eu também estava na minha primeira vez de compartilhar um parceiro e também ainda não entendia muito bem as regras desse jogo. O que fazer agora que a minha transa já havia acabado, mas a do meu amor não? Sentar quietinha como a moça da saiona e esperar ele acabar? Mas, caramba, o cara estava com aquele pau apontando para a Lua. Enorme, duro, negro e lindo, já devidamente embrulhadinho para me fazer feliz. Lamentei pela garota, mas não consegui recusar.
Deixei ele me penetrar com aquele monstro enorme até ter a sensação de que mais um pouco e ele iria me arrombar inteira. Como ele era bom de encaixe, de mexida e de estocada! Metia na medida certa. Era menos cavalheiro que o anterior. Tinha um tesão meio selvagem, daquele que te pega meio de qualquer jeito e nem liga para preliminares. Só quer meter e pronto! Mas, apesar de tudo o que já se publicou sobre a importância das preliminares para o prazer da mulher e blá, blá, blá, tem dias que eu estou a fim mesmo de um pau safado que me cate sem dó e sem frescura. Tipo esse cara que me pegou. Não que eu queira assim todo dia. Deus me livre! Não abro mão de delicadeza, gentileza e romantismo, mesmo na safadeza, mas só de vez em quando cair nas mãos de um macho que te pega de jeito até que não é nada mau.
A garota continuava lá quieta e meu marido ainda não estava disponível para outra foda. Meu amor já estava guardando o pau dentro da calça (e não é que nem vi ele terminar e a garota ir embora?)) e nem ferrando ele ia conseguir pegar outra na seqüência. Ainda mais uma tão friazinha que nem dava conta do próprio tesão. Mas quando ele me viu com aquele pau enorme, ficou louco e começou a me beijar e bolinar. Eu, como fiquei com pena da moça (é que foi chato, mais por pena do que por qualquer outra coisa), levantei a blusa dela e comecei a chupar seu peito. Acho que ela nunca tinha deixado ninguém chupar o peito dela, mas ela não fez objeção e eu continuei. Gozado que nunca senti tesão por mulher. E acho até que continuo não sentindo, mas quando tenho um pau enterrado na boceta sou capaz de chupar um peito até a sua dona alucinar.
O cara, como já era de esperar, gozou rápido. A moça, em seguida, abaixou a blusa e se encaminhou para o lado do seu macho e os dois foram embora sem dizer nada (melhor assim). A essas alturas, o pau do meu amor já estava duro de novo. Embolamo-nos naquele mesmo lugar sem precisar trocar nenhuma palavra sobre as novas experiências. Tudo havia corrido tranqüilamente. Estávamos saciados de tesão extra, mas ainda cheios de tesão um pelo outro.
O tesão dele pela garota e o meu pelos rapazes não diminuiu em nada o tesão que temos um pelo outro. Ao contrário, para mim ficou uma sensação de que foi muito bom, mas o meu ainda é melhor. Engalfinhamo-nos ali mesmo. Beijamo-nos na boca com tesão e fome. Eu entrelacei a minha perna na dele, levantei o quadril e deixei-o se encaixar em mim; ali ele me fodeu de novo, ali fizemos amor por mais um longo tempo.
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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.
Belle
Swing: a vida real de uma praticante da troca de casais / Belle. - São Paulo : Matrix, 2007.
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