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Belle - Swing: Parte IV

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Parte IV:

Amor é cristão, sexo é pagão
Amor é latifúndio, sexo é invasão
Amor é divino, sexo é animal
Amor é bossa nova, sexo é carnaval


Amor e Sexo
(Rita Lee, Roberto de Carvalho e Arnaldo Jabor)


Foi a nossa segunda vez juntos em uma casa de swing, mas a primeira vez que meu marido transou com outra mulher na minha frente. Sem problemas ou traumas.
Eu já havia dado a bunda e a bocetinha umas quatro vezes nessa noite. Nós já estávamos indo embora quando resolvemos parar mais uma última vez na salinha só para casais.
Quando chegamos, ela estava vazia, mas como sempre acontece em todas as salinhas em que entramos, logo começou a encher de gente linda e gostosa.
Não sou a mulher mais gostosa do mundo, mas estou lá por tesão mesmo, não só para agradar meu marido, como a maioria das mulheres faz. Então, acho que minha excitação acaba contagiando os demais.
Em pouco tempo se aproximou de nós um casal muito bonito. Jovens, elegantes, cheios de energia e tesão aflorado. A esposa muito bonita: loira, cabelão na cintura, peitão e bundão.
A essa altura meu marido estava fodendo meu eu e eu pensei: "Agora ele não vai mais querer me foder o resto da noite". Como não ficar insegura diante daquele tesão de mulher? Mas ele não me soltou de imediato.
Então ela veio em nossa direção e eu pensei: "Agora ela gruda no meu gostoso e eu vou ficar chupando o dedo". Mas, em vez disso, ela grudou em mim!
Eu não curto mulher. Não tenho preconceito por quem curte, mas adoro um pau na minha boceta. Mulheres são muito delicadinhas para o meu gosto. Gosto de cheiro de homem, de mão de homem, de caralho de homem. De preferência, um milhão de vezes, do meu.
No entanto, quando saímos para fazer sacanagem, a excitação é tanta que pode rolar absolutamente tudo. O tesão dele acende o meu. E foi o que aconteceu com todos nós.
Aquela loira chegou perto de mim e começou a chupar meu peito com uma fúria louca, enquanto o marido dela se esfregava na bunda dela por trás, sem penetração. Ele se esfregava nela, ela me chupava toda e meu marido fodia meu cu com um tesão incontrolável. No meio do esfrega-esfrega, o marido dela apertou-a com força contra o próprio corpo, diminuindo a distância que havia entre mim e ele, então sua mão me alcançou e começou a massagear meu clitóris.
Que delícia, um pau na minha bundinha, uma massagem na boceta, o peito chupado deliciosamente enquanto sua mão percorria o meu corpo.
Puro delírio e, claro, tínhamos de controlar as várias pessoas que batiam punheta grudadas em nós.
Então ela me pediu:
- Morena, chupa meu marido! Esmerilha esse pau com essa boca gostosa!
E eu o fiz. Enfiei todinho na minha boca e lambi, suguei. Senti falta do pau do meu amor, incomparavelmente mais gostoso, mas ela pedia tanto que não parei, até afastei um pouquinho o corpo do meu amor de cima de mim, caso ele quisesse comê-la ou ser chupado por ela, mas ele me apertou com mais força ainda contra o pau dele e não desgrudou de mim.
Ela esfregou o peito nele, lambeu, beijou, mas também não parecia estar interessada em já desgrudar de mim. Passeava com a língua no meu corpo e o marido dela metendo o pau na minha boca, se esfregando todo na minha língua, enquanto meu marido estocava o pau no meu eu com gosto.
O marido dela, com o pau latejando de tesão, pediu ao meu marido que me emprestasse um pouquinho, mas ele não deixou. Ofereceu a loirona para ele comer, mas ele não largava minha bundinha. O cara implorou para meter em mim só um pouquinho, mas nem meu marido nem a loira pareciam interessados em desgrudar de mim. Então ela se levantou e nos puxou com força. Fizemos um sanduíche a quatro.
Meu marido me fodendo por trás, o marido dela meio de lado, e ela de frente para mim. O marido dela colocou a minha mão no pau dele e eu fiquei batendo punheta no mesmo ritmo em que era fodida.
A loira, então, apertou meu corpo contra o dela. Eu nunca havia sentido um corpo de mulher, só umas passadinhas de mão quando meu marido as fode e os maridos delas, a mim. Só isso.
Nunca havia sentido uma boceta encostar na minha. Ela, então, passou o braço em volta do meu marido comigo no meio e nos apertou contra ela. O pau dele acabou entrando muito fundo no meu eu nessa hora. Então ela começou a chupar meu pescoço e a esfregar sua boceta na minha. Esfregava sem parar, enquanto seu marido mexia o pau na minha mão. Aí ela passou a se esfregar toda em mim. Boceta com boceta, peito com peito, língua na nuca e dedinho lá dentro da minha bocetinha. Foi assim, meio de surpresa, que ela me pegou. Eu estava alucinada, urrando de tesão, e quando percebi, ela já havia enfiado o dedinho lá no fundo e fazia momentos de vaivém. De vez em quando abaixava e passava a língua no meu clitóris.
Daí voltava a chupar meu peito e rebolava com a boceta na minha. Foi quando me pegou com força pelo quadril e me fez sentar no pau do meu marido. Conduzia meus movimentos com força, gemia, gritava e me dava tapinhas na bunda. O marido dela e o meu mexiam no meu peito. Depois nos puxou novamente e ficamos fodendo de pé. Ela voltou a encostar a boceta na minha e disputava meus peitos com a língua do meu marido e do dela. Todo o tesão daquela trepada gravitava em torno de mim. Tudo era para o meu prazer, que dava, por conseqüência, prazer a eles e a ela. Um pau na bunda, outro na mão, uma boceta na minha e línguas por todo o corpo. Ela falava:
- Vai, morena! Goza no pau dele! Deixa ele louco!
E tudo que eu conseguia atinar é que, com certeza, já estava completamente louca. E assim fui gozando, apertando o corpo dela contra o meu, contraindo o cuzinho no pau do meu amor e apertando a bocetinha para gozar melhor. A essa altura, o pau do cara na minha mão estava absolutamente duro na minha punheta.
Pela última vez ele me pediu emprestada ao meu marido, mas ele seguiu recusando e fodeu a loirona de quatro. Meu marido me deixou de quatro também e ela gritava e lambia meu pescoço enquanto, enfim, as duas eram fodidas ao mesmo tempo. Ela terminou e se levantou meio sem jeito.
Partiu com seu marido, mas eu não larguei o meu.
Gozamos assim e, então, eu me deitei, e ele sobre mim. Pousou sobre o meu ventre amorosamente. Beijamo-nos longamente e logo seu pau estava duro de novo.
Daí, transamos comportadinhos, tipo papai-e-mamãe. A sala já estava vazia de novo.
A sacanagem já havia terminado, mas nosso amor permanecia intacto.
Entre beijos e mais beijos, sussurros e palavras de ternura, gozamos novamente. Mas não fizemos como o outro casal, que, findado o prazer, se levantou e partiu apressadamente com cara de missão cumprida. Muito pelo contrário. Abraçamo-nos emocionados. Ele sobre e dentro de mim. Já não havia mais ninguém na sala e a casa estava para fechar.
O segurança nos olhou lá dentro, completamente nus, mergulhados um no outro, cheios de afeto, e pediu que ninguém mais entrasse na sala.
Lá fora, os funcionários aguardavam que o último casal deixasse a casa. Mas ninguém, ninguém se queixou de nossos minutos a mais.
Não é todo dia que se testemunha a beleza de um grande amor.

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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.

Belle
Swing: a vida real de uma praticante da troca de casais / Belle. - São Paulo : Matrix, 2007.
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