Escrito por Fábio e Cris Ter, 14 de Abril de 2009 11:57
Parte VI:
Nem interessa
Se eu recomendaria
E tão depressa
Não dá pra pensar
Quando a picada vem
Mas paixão e gozo
Se sabe isso vicia:
"Aí garota, eu gosto assim".
Difícil
Era uma daquelas noites de chuva que eu achava que não daria em nada. O céu desabava em São Paulo, mas algo no ar não pressupunha uma noite tranqüila com pipoca e TV.
Decidimos dar uma chegadinha ao Marrakesh, meio desencanados sobre conseguirmos algo realmente interessante para fazer por lá em um dia tão monótono. Ligamos para lá e a funcionária disse que havia apenas uns 20 casais, mas mesmo assim nós resolvemos arriscar.
A noite ia muito lenta, nada de especial acontecia, então passeamos pelo labirinto e curtimos, como sempre, aquela troca básica de carícias, sempre safadinha e excitante. Saindo, próximo a uma das salinhas, havia uma moça muito bonita transando com um rapaz muito, muito lindo. Eu fiquei bem empolgada com a beleza e o desempenho dos dois. Aproximei-me, e a moça começou a me fazer carícias.
Eu gostei do toque dela, mas fiquei impressionada mesmo foi com o tamanho do parceiro dela. Um homem enorme e cheiroso. Ela, por sua vez, também era grandona, seios grandes e bonitos, e pelo seu toque imaginei que o Léo iria às alturas. Comecei a imaginar a garota fazendo tudo que estava fazendo com o parceiro dela com o Léo. Aquilo me deu um tesão imenso! Fiquei toda molhada de imaginar o corpo dela sendo penetrado por ele. Imaginei que ele a encaixava, segurando nos seus quadris e na sua bunda, e a penetrava fortemente por trás.
Realmente o parceiro dela era um tesão, mas o que me deixou mais excitada foi imaginar o meu amor comendo essa mulher linda.
Pelo jeito ela era bissexual, pois não largava dos meus seios e as mãos dela percorriam minhas nádegas de norte a sul. Então eu puxei meu amor para mais perto de nós e coloquei a mão dela por cima da calça dele. Fiz com que ela apertasse o membro dele, rijo e intumescido de tesão pelas duas. Pus a minha mão por cima da mão dela e acertei os movimentos sensuais de masturbação. Era quase uma coisa de adolescente ser assim bolinado por cima da calça, e isso me deixou mais excitada ainda. No entanto, ela era um tanto tímida para ir adiante. Comigo ela se sentia plenamente à vontade, mas com o Léo, não fluía inteiramente. Parecia ser mais um daqueles casos de garota que vai para agradar ao macho. Ela não se soltava, brincava um pouquinho com o Léo e em seguida voltava correndo para mim e para o namorado. Acontece que eu estava louca de tesão para ver o Léo penetrando-a e também achava que passar pelas mãos experientes dele seria uma delícia para ela se soltar e descobrir que havia outras formas de se divertir além de satisfazer apenas os caprichos do parceiro e não os seus.
Tomei uma atitude meio radical, talvez até um pouco grosseira, mas achei que naquela circunstância era o melhor a fazer. Ao notar que o "marido" dela estava louco para transar comigo, eu cheguei ao ouvido dele e falei:
- Só se ela distrair meu marido! E tem que distrair direito! Na mesma hora ele disse à parceira:
- Vai lá com o marido dela que ela está me deixando louco. Fiquei envaidecida, porque a moça era de fato muito bonita.
Estilo gostosona, sabe? Como auto-estima em alta é algo que sempre aumenta o tesão, imagina só com que gás eu fui para o corpo dele. Cheia de tesão!
Eu pus a mão no bolso e peguei uma camisinha, mas ele me disse sem jeito:
- Desculpa, essa não cabe, eu uso extragrande, por isso trago de casa.
UAU!
Fiquei extremamente satisfeita com a afirmação, afinal, esse papo de que tamanho não é documento, definitivamente, foi Inventado por alguém de pau pequeno. Não que seja a coisa mais importante do sexo. Existem homens de pênis enormes que não fazem a menor idéia do que fazer com o dito-cujo, da mesma forma que existem homens de pênis não muito grandes que, quando tomam uma mulher nos braços, sabem fazer loucuras com ela.
Sim, existe uma mistura de fatores para deixar uma mulher louca de tesão, mas convenhamos que, se o homem souber o que fazer e ainda tiver o pênis grande e apetitoso, é promessa de uma transa inesquecível.
Mas, voltando à minha história, eu estava louca de tesão de ver o Léo pegando a gostosona de jeito. Ele chupava o peito dela, suspendia o quadril dela para lamber a bunda, passava o dedo no reguinho, fez a mulher gemer sem sentir dor, mas aí, no auge da pegação, entrou em cena um rapaz negro, meio baixinho e feioso, que destoava do swing que rolava na sala. Meu marido pegava a bonitona com tanta vontade e gemia tanto que eu já estava quase gozando, montada no companheiro dela.
O cara que estava comigo de fato tinha um pênis enorme e sabia direitinho o que fazer com ele. Na verdade, por ser grandão, fez de mim uma boneca de pano. Mas não pense que foi ruim, não! Longe de mim me queixar do jeito másculo como ele me pegava. Destoava um pouco do jeito tão cavalheiro que o Léo tem de me tratar e a todas as mulheres as quais ele toca. Por isso acho que aproveitamos tanto. Eles tinham estilos de transar muito diferentes dos nossos parceiros habituais. E, aliás, é isso que faz o swing tão interessante. A possibilidade de provar outros estilos, de variar o cardápio sem trair.
Ela estava curtindo muito a gentileza do Léo e eu estava adorando o jeito como aquele cara me pegava e virava para o lado que ele queria, do jeito que ele queria. Ele não estava muito preocupado em fazer coisas para me dar tesão, mas parece que ele sabia que tudo que ele fazia me deixava louca, subindo pelas paredes. Então ele me punha de quatro, me virava de lado. Entrava e saía de mim loucamente. Virou-me de costas em um repente e penetrou-me por trás quase violentamente, então me desvirou e me colocou de frente para ele, chupando meus peitos com fúria e me colocando no seu colo.
Eu não sou pequenininha, sou meio potranca, mas ele era grande e nem notou peso algum. Suspendeu-me no ar, empurrou minhas costas contra a parede e começou a me chupar ali mesmo, suspensa, com as pernas abertas entrelaçadas no seu pescoço. Aí, começou a me descer devagar, sem parar de me lamber, e se deteve nos seios.
A mulher dele tinha os seios muito maiores que os meus, que têm apenas um tamanho médio, mas as minhas aréolas são enormes! Um convite para qualquer marmanjo se deleitar, mamando feito criança. Ele abocanhou meu peito e sugou os mamilos com fúria enquanto ia me ajeitando na cintura. Sem tirar a boca do meu peito, ele me desceu mais um pouco, mais um pouco, e lá estava eu sentindo a cabeça do seu membro na entrada da minha gruta encharcada de tesão. Ele, então, de forma quase brusca, fez um movimento ondulado de quadril e, em uma estocada só, enfiou todo o seu membro em mim.
Foi um misto louco de tesão e dor, porque o pênis dele era tão grande que bateu com força na parede do meu útero, mas o tesão era tão louco que eu comecei a pedir que ele estocasse mais e mais e mais. Eu estava zonza de tesão. Ele me cavalgava no ar e minhas costas batiam na parede a cada fincada nova dentro de mim.
Claro que além do tesão puro desse homem delicioso me possuindo selvagemente, ainda havia a visão da garota sentada no colo do Léo. Ela estava de costas para ele, que não tirava os olhos do traseiro dela, nem por um minuto sequer; ele estava completamente excitado de ver como ela se mexia, sentando e levantando do pau dele em uma velocidade louca. Acho que de ver o modo como o parceiro dela me estocava sem dó, ele até pegou a garota com um pouquinho mais de violência. Ela estava louca. Completamente. E eu também!
Acho que gozei umas duas vezes quase consecutivamente. Era alucinante! A garota, por sua vez, alternava momentos de tesão absoluto com momentos de distração. Acho que ela estava muito preocupada com o que estava acontecendo entre mim e o seu parceiro.
Ciúmes? Como saber? Às vezes, no swing, nem tudo é tão simples quanto parece.
O rapaz negro acabou se somando à nossa brincadeira. Eu sou tarada por homens negros (as mulheres também são lindas), mas aquele não conseguia me despertar tesão algum. Fiz sinal com a cabeça para que o Léo o dispensasse, mas, excepcionalmente, ele me contrariou. Fez sinal de que eu esperasse para ver. Eu já havia percebido que o rapaz era muito safado. Ele lambia a garota toda enquanto o Léo a penetrava por trás. Ele pegava seus peitos com as duas mãos e chupava até deixar a ponta dos biquinhos bem durinha.
Ela gemia com aqueles dois pegando-a de jeito, mas às vezes abria os olhos e fazia uma carinha tão difícil de compreender. Pelo menos para mim.
O Léo começou a estocá-la mais forte e mais rápido e aí ela começou a gritar. O marido dela, então, me pegou de um jeito alucinado e começou a urrar e a meter com mais força dentro de mim. Eu senti seu membro latejando e percebi que ele gozava feito louco dentro de mim. A certa altura ele já não gemia, gritava ou bufava, e socava o pau cada vez mais fundo. Enquanto ele saía de mim, perguntou se ela estava gozando e ela disse que não.
O Léo, embora tivesse gostado muito no começo, já estava enjoado de foder uma pessoa que ora sentia prazer, ora fingia. A timidez, que às vezes interrompia os momentos de tesão extremo, começou a desestimulá-lo. Não que ele não estivesse com tesão, mas acho que depois de ver o cara me fodendo tanto, o Léo acabou ficando com vontade de mim. A comidinha caseira, mas de sabor irrefutável (haja modéstia!).
Ao perceber que a garota não gozava, e como quem soubesse que só o dono daria conta da moça, seu parceiro, que acabara de gozar comigo, agarrou-a e começou a beijá-la pelo corpo todo. A língua dele percorria aquela pele branca de cima à baixo e ela, então, recomeçou a gemer, só que de um jeito bem diferente. Fiquei pasma! Em menos de dez minutos o membro do cara já estava rígido novamente. Ele a virou de costas e começou a foder, segurando-a pelas nádegas. Ele falava todo tipo de baixaria e ela gemia mais ainda. O outro rapaz, que a degustava enquanto o Léo a penetrava, recomeçou a lambê-la e a chupá-la, agora, enquanto era o marido que a estocava.
O Léo se empolgou com a cena e me fodeu gostoso e rápido. Ele já estava em ponto de bala por causa da gostosona, foi só o tempo de trocar a camisinha e começar a me foder feito louco. Gozou rápido e intenso. Eu sabia que aquele gozo não era meu, mas dela. Mesmo assim, foi muito bom.
O marido dela também gozou rápido e, assim que terminou, colocou-a sentada em cima do rapaz negro. Foi aí que entendi (e agradeci) o fato de o Léo não ter me deixado tirá-lo da sala. O pau do rapaz também era enorme, e ele, por ser de baixa estatura, era muito ágil. A garota gemeu muito, e o cara foi alucinando dentro dela, aí, me puxou para perto e começou a me bolinar bem no meio das pernas. Eu deveria estar exausta, mas sabe-se lá de onde veio tanto tesão.
Eu fiquei meio na dúvida se não estava na hora de ir embora, se a noite já não tinha dado de tudo, mas aí o rapaz se desvencilhou da moça, se entrelaçou em mim, segurou-me pela mão e disse:
- Fica!
O Léo também fez coro para que eu ficasse e lá fiquei, refestelada, enquanto o casal gostosão ia se recompondo e saindo.
O cara disse que tinha entrado lá por minha causa, mas eu só o repelia (pura verdade), e ele estava com tanta vontade que não se importou de fazer uma horinha (tenho certeza de que não, até porque ele estava muitíssimo bem servido com a outra potranca lindona).
Ele me deitou no sofá e começou a me lamber inteira. Foi percorrendo meu corpo com as mãos e a língua, me degustando palmo a palmo. Ele enfiava o dedo por entre as minhas pernas. Enfiava, estocava, mexia e falava coisas encantadoras: que eu era uma deusa, que ele não acreditava que podia me tocar daquele jeito, enfim, qual a mulher que não se derrete com esse tipo de elogio?
Tudo isso, e eu deitadinha no colo do Léo, que ia passando as mãos pelo meu cabelo, me chamando de linda, dizendo que me amava.
Era uma delícia poder discernir o amor do Léo e o tesão do rapaz sem fazer confusão alguma. Aos poucos fui até deixando de lado o fato de que a aparência do rapaz não me agradava tanto.
Ele foi me levantando e me trazendo para perto do corpo dele, enquanto o Léo me amparava por trás. O pau do rapaz, que não amoleceu em instante algum, começou a se encostar em minha cintura. Senti a borracha da camisinha que estava na outra menina e me retraí um pouco, até que o Léo pediu para ele trocar. Foi engraçada a cara de surpresa que ele fez com esse pedido.
Na verdade, fica aqui a dica para todos e principalmente todas as swingers: se um cara penetra uma mulher de camisinha e quer penetrar outra, ele tem de trocar a camisinha. Caso contrário, ele estará seguro, mas as mulheres, não. Os fluidos que ficam no látex passam de uma para outra e podem ir disseminando diversos problemas de saúde, dos mais simples aos mais complexos.
Apesar do espanto inicial do rapaz, após uma breve liçãozinha de saúde sexual (Belle e Léo também são cultura!), o cara trocou o preservativo. Então ele me puxou para perto de si e começou a beijar um lado do meu pescoço. O Léo, que a essa altura estava me abraçando por trás, beijou o outro lado. E eu fui desfalecendo por entre esses dois homens tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão sedutores.
Os dois começaram a se esfregar em mim e fomos arfando cada vez mais alto. Os arrepios pelo meu corpo foram se tornando mais intensos, até que eu não resisti e comecei a me desmilingüir. Fui desfalecendo nos braços deles e me deixando dominar pelos dois. De repente, em um gesto súbito, o Léo me suspendeu no colo para facilitar o encaixe do rapaz no meio das minhas pernas.
O rapaz se empolgou e suspendeu a outra metade do meu corpo, de modo que parecia que eu estava deitada sobre uma mesa. Reta, com as pernas abertas e suspensa no ar, exatamente na altura do púbis do homem que me penetrava loucamente. Eu me apoiava, tendo os braços para trás, na cintura do Léo que me segurava pelas costas, mantendo meu corpo paralelo ao chão.
Eu não tinha o menor controle dos movimentos. Estava sendo segurada por dois homens que "abusavam" do meu tesão descontrolado. Se alguém visse na rua a cena de uma mulher semi-suspensa no ar sendo segurada fortemente por dois homens - um estocando e o outro segurando-a pelos braços -, talvez imaginasse que se tratava de um estupro, mas não era! Apesar de aquela forma de fazer sexo ser inédita para mim, era totalmente consensual. Eu estava, sim, submissa àqueles dois homens que desfrutavam de mim de forma sedenta. Mas eu também me aproveitava deles. De sua força, de seu tesão e de seu vigor. Gozei muito nessa hora. Gozei muito nesse dia.
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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.
Belle
Swing: a vida real de uma praticante da troca de casais / Belle. - São Paulo : Matrix, 2007.
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