Escrito por Fábio e Cris Ter, 14 de Abril de 2009 12:14
Parte X:
Eu não minto
Eu invento
E se tomo vinho tinto
Logo me esquento!
Quando sinto,
Eu tento.
Percorro o labirinto,
Busco o vento.
Arranco o teu cinto,
Deixo-te sedento
Aí vejo o teu pinto
E sento!
Eu considero o Nefertitti um dos clubes de swing mais bacanas de São Paulo. Não fosse pelo excesso de jovenzinhos que vão só por curiosidade e às vezes atrapalham o clima descontraído dos outros casais, eu diria que é quase perfeito. O local é bonito, a balada é boa. Os espaços são bem distribuídos, e tem até uma lojinha show de bola para os que quiserem atualizar o estoque de fantasias e acessórios sexy. Foi lá que aconteceu uma das experiências mais instigantes da minha vida de swinger.
Eu estava muito animada naquela noite, louca para experimentar coisas novas e cheia de vontades e desejos transbordantes. A noite e seus desdobramentos contribuíram fortemente para que vários desses desejos fossem realizados.
Uma das coisas que eu mais gosto lá no "Nefer" é uma sala envidraçada na qual podemos assistir ao casal que transa. A sala possui uma luzinha que, se acesa, indica que o casal exibicionista está disponível para receber outro. É muito bacana, e mesmo que o casal não abra a porta para que a gente possa ir lá se divertir com ele, já vale a pena observar as cenas do lado de fora do vidro.
Fomos a uma dessas salas e vimos um casal muito bonito transando. Ela era do tipo grandona: peitos grandes, muito bem torneados, redondos e bicudinhos, com mamilos grandes, como os meus. O cara era lindo, muito alto e de ombros largos e fortes. Ele a apertava por trás com tanta força que os seios dela, vez ou outra, acabavam por se comprimir nos vidros. Pelo quanto ela se apertava na parede envidraçada, era possível imaginar quão forte o cara a estocava por trás.
Nós os vimos pelo lado de fora da sala de vidraça e, antes, do corredor, onde ficamos por alguns minutos assistindo a essa transa linda. Ainda havia a tal ante-sala onde o casal pode se oferecer para quem está dentro, caso a luz esteja acesa, ou apenas se mostrando, se estiver apagada. Nós entramos e observamos que já havia dois rapazes lá dentro, assistindo avidamente ao desenrolar do ato sexual do casal. Os meninos não deviam ter mais do que 19 anos. No auge de sua testosterona e no ápice de seu apetite sexual. Eles estavam tão excitados, masturbando e exibindo seus paus, que nem sequer notaram que eu e o Léo havíamos entrado na sala.
Mas tanto fez, o Léo já estava muito tarado de ver aquele casal bonito transando, então, foi uma questão de segundos para o pau dele ficar em ponto de bala para me penetrar.
O casal estava nitidamente se exibindo para nós. O cara a chupava toda! Pescoço, ombros, nuca e, vez ou outra, fazia isso com os olhos fixos em mim, como quem buscasse a minha cumplicidade para aquele ato. E eu, bem safada, gostava disso.
O Léo ficou doido de ver como o cara pegava a moça de jeito, então, foi só me catar por trás, me colocar de quatro e literalmente meter o pau em mim.
Foi fantástico! O pau dele me penetrava com uma fúria incrível, quase rasgando minha boceta de tanto tesão, e o cara, por sua vez, pegava a moça pelo quadril e socava a boceta dela com aquele pau enorme que orgulhosamente ostentava entre as suas pernas. A essa altura os meninos já não sabiam mais para que direção olhar. Certamente eles já se dariam por satisfeitos só de assistir ao showzinho do casal do outro lado da vidraça, mas, como se não bastasse, ainda havia um showzinho do lado de cá também.
Eu gemia e rebolava muito no pau do Léo. Os rapazes, então, criaram coragem e se aproximaram. Ficaram olhando de pertinho como o Léo fazia o vaivém por trás dos meus quadris. Um deles tinha o pau imenso, e na hora minhas carnes estremeceram de desejo. O outro, ao contrário, não era tão bem-dotado, mas tinha um tesão tão incontrolado dentro dele que foi impossível não sentir tesão.
Os dois eram muito bonitos, mas o de pau grande, além de bonito, demonstrava uma segurança extra nos seus atos.
Aproximou-se de nós e arriscou escorregar a mão por sobre um dos meus peitos. O mamilo já estava enrijecido por causa das sensações do Léo me fodendo. Com aquele toque sutil, achei que o meu mamilo ia rachar de tesão.
O outro rapaz criou coragem e se aproximou um pouco mais de nós. Eu podia ver como ele esmerilhava o pau de tanto bater punheta para mim. O casal seguia em frente com sua deliciosa foda, mas a possibilidade de uma safadeza real, literalmente ao alcance das nossas mãos, desviou-nos um pouco a atenção do que estava ocorrendo na sala ao lado. Definitivamente era mais excitante o que estava para acontecer na nossa sala.
O garoto mais esperto percebeu que o Léo não fez objeção ao seu toque e por isso prolongou suas carícias. O outro rapaz, bem mais tímido, perguntou ao Léo se podia me tocar (ô machismo! Por que não perguntou para mim?). Como o Léo deixou, ele arriscou passar as mãos pelas minhas pernas, subindo o carinho pelas minhas coxas e então desviando-o para o bumbum e subindo até a cintura.
Eu pude sentir aquelas carícias com certa leveza. Com cuidado. Diferente de quando estou nas salinhas lotadas de gente e preciso controlar os mais afoitos.
Ali, naquela sala reservada, eu podia apenas desfrutar dos toques suaves dos dois rapazes, do toque experiente do Léo e do seu membro enterrado no meio das minhas pernas, me catando por trás, tudo ao mesmo tempo.
O Léo saiu de dentro de mim e perguntou ao rapaz pintudo se ele queria provar uma mulher de verdade.
Sim! E claro que ele queria. Então, em questão de segundos, aquele rapaz cheio de tesão se perdia de desejo dentro de mim. Ele estocava alucinadamente. Gemia e gritava. Então o amigo dele, menos tímido do que antes, se aproximou de repente e abocanhou um dos meus seios enquanto o outro me estocava.
O Léo, que não é bobo nem nada, tratou de colocar o pau na minha boca e eu o chupei todinho. Enfiava ele inteiro, até a garganta. Absolutamente gulosa e travessa. Eu chupava e levantava os olhos para olhar para o Léo.
O rapaz gritava:
- Meu! Como ela é gostosa! Como ela gostosa! Não tô agüentando, não tô agüentando!
Então, em um repente, ele gozou e desandou a falar para o meu marido:
- Meu, ela é muito tesão! Essa mulher é um furacão, como você tem sorte! Ela é linda! É muito gostosa! Mexe como ninguém!
Eu fiquei toda orgulhosa com tantos elogios, mas o Léo ficou mais ainda. Começou a me chupar toda. Desceu atrás de mim e lambeu minha bunda por trás. Olhou para o garoto tímido e fez com a cabeça um sinal que significava que ele estava liberado para me provar de cabo a rabo. E, literalmente, no que tange ao rabo.
O garoto timidinho então começou a se esfregar todo em mim, chupar, lamber e apertar. E o Léo junto. Dois machos percorrendo meu corpo com vigor e desejo. O outro garoto, que tinha acabado de gozar, tirou a camisinha, se limpou com uma toalha, se recompôs minimamente e se ajoelhou no meio das minhas pernas. Daí começou a chupar minha boceta. Meu mel escorria pelas pernas e eu podia sentir a língua do Léo e a dele percorrendo minhas partes mais íntimas.
O garoto taradinho enfiava a língua lá no fundo da minha boceta, enquanto o Léo passava a língua em volta do meu cuzinho. O outro garoto não largava meu peito. Chupava sem parar. O rapaz que me chupava começou a brincar com o dedinho na entrada da minha boceta, depois se empolgou e enfiou o dedo de uma vez só. Eu me contorci de prazer e o Léo percebeu, então, de repente, senti que o Léo enfiou um dedo de uma vez só no meu rabo. Eu dei uma empinada para trás, aí ele não teve a menor dúvida e enfiou o outro. Doeu, mas foi muito bom!
O rapaz que estava fodendo minha bocetinha com o dedinho e que tinha acabado de gozar perdeu toda a cerimônia. Sentou-se no sofazinho, em uma posição em que o casal do quarto em frente podia nos ver, e mandou que eu subisse no pau dele, que por incrível que pareça já estava absurdamente duro de novo (eis a vantagems dos rapazinhos). Eu peguei uma camisinha colorida sabor de banana e encapei o pau dele com a boca.
O tempo todo em que fiquei abaixada para colocar a camisinha no moço, o Léo ficou metendo os dedos no meu cuzinho. Ele mexia, mexia, estocava, e eu, que estava louca de tesão, rebolava minha bunda feito uma vadia.
Assim que coloquei a camisinha no rapaz ele me puxou com força para cima e me colocou na direção do pau dele. Então me encaixou de uma vez só. Eu sentei no caralho dele toda safada. Com as pernas bem abertas e a bunda bem empinada para trás. Então o Léo tirou os dedos de dentro de mim e eu lamentei.
Fiquei ali cavalgando naquele moço e empinando a bunda bem para trás para ver se o Léo se empolgava e colocava o dedinho no meu eu de novo. Estava tão bom, mas o que ele fez foi bem mais ousado do que isso.
Senti uma coisa macia e aparentemente muito mais grossa que um dedo, na entrada do meu cuzinho. Na mesma hora senti um misto de excitação e terror, mas não deu tempo de pensar em nada. Foi só uma passada de mão da boceta em direção ao rabo, para lubrificar minha bunda, e, antes que eu pudesse dizer um ai, seu pau já estava totalmente atolado na minha bunda.
Normalmente ele é tão gentleman, tão delicado, coloca devagarzinho, com jeitinho, de ladinho, até eu relaxar e ele conseguir entrar com facilidade, mas dessa vez não. Ele simplesmente atolou o pau no meu eu sem dó. Senti imediatamente que algumas preguinhas se romperam. Que dor! Mas como era bom.
Ele atolou tudo dentro de mim. Até o talo! E estocou fundo, uma vez atrás da outra, sem parar.
Como eu estava cavalgando em cima do garoto, com o pau dele bem enterrado na minha boceta, senti que era a mulher mais vadia do mundo, com um pau enterrado no cu e outro na boceta.
No começo achei esquisito coordenar os movimentos, porque cada um tinha um ritmo de penetração e eu estava zonza de tanto tesão. Eu mal consegui me controlar de tanto prazer que se espalhava a partir do eu e da vagina ao mesmo tempo. Nunca tinha tido essa experiência e não fazia a menor idéia de que pudesse ser tão bom assim, mas foi fantástico.
Pouco a pouco fomos acertando os movimentos de vaivém, então percebi que quanto mais eu me empinava para ganhar o cacete atolado no rabo, mais fundo o rapaz enfiava o pau na minha boceta.
Depois, conversando com o Léo, descobri que eles sentem o pau um do outro dentro de mim, e que além da idéia excitante de que são dois homens fodendo uma única mulher - safada e vadia! -, ainda existe a sensação extra de uma movimentação que pressiona os pênis deles dentro da mulher. Em outras palavras, durante a famosa dupla penetração, mais conhecida como DP, a mulher fica mais apertadinha, tanto na vagina como no ânus. Afinal, quando dois homens penetram a mesma mulher, o espaço dentro da fêmea diminui. Já o movimento de rebolar da mulher sobre o pau faz com que o vaivém funcione quase que como vibrações na potência máxima. Em outras palavras, é um tesão indescritível!
Eu estava simplesmente alucinada, por outro lado, não há como descrever de que modo o cara fodia a garota do lado de lá do vidro. Ele a pegava com tanto tesão e desempenhava o vaivém da penetração com tanta força que ela até gritava. Era um grito quase de choro, e eu cheguei a me preocupar se ela por acaso não estava se machucando, mas então a mulher começou a gritar:
- Mais, mais, mais! Me fode mais!
Eu entendi que cada qual sabe até onde agüenta ir na hora do tesão, às vezes é muito mais longe do que imaginamos. Tal qual um livro que li na adolescência, chamado Buffo & Spalanzani de Rubem Fonseca, que citava que certo tipo de sapo, durante o coito, é incapaz de sentir qualquer forma de dor. De acordo com a história do livro, o personagem principal havia queimado (que maldade!) a pata de um desses sapos enquanto ele copulava, e apesar das queimaduras o sapo não largava a sapinha nem por decreto, e ao que parece não sentia dor alguma, o que provavelmente deve ter surgido depois do fim do coito.
Acho que com a tal garota deve ter sido assim, porque o tanto que ele a fodia deve tê-la deixado dolorida no dia seguinte, mas o fato é que, durante o ato, tudo que ela dizia era:
- Mais, mais! Me fode mais!
E a cara de tesão dela não enganava ninguém. Ela estava gostando de verdade daquela foda. E não era para menos! O cara parecia ser delicioso!
Mas que coisa feia, não é? Eu com três machos só para mim e ainda esticando o olho para o macho da parceira. Fazer o quê?
Sei que o tesão de ter dois pintos dentro da gente é uma coisa que de tão boa não consigo descrever. O outro rapaz ainda estava me pegando um pouco aqui e ali. Então o Léo olhou para ele e foi mais longe do que eu poderia imaginar. Disse para o rapaz:
- Pode dar o pau para ela chupar!
Gente! Eu não podia acreditar no que eu estava fazendo. Eu, que sempre só tinha ouvido falar de DP, que nunca tinha assistido nem em filme como é que se fazia uma, estava ali, pior do que uma atriz pornô, com um pau na boca, outro na boceta e mais um, ainda, enfiado no meu rabo.
Muito tesão para uma noite só. Muita safadeza para uma mulher só. Eu, que nem sou puta, que até dois meses antes desse episódio nunca tinha nem transado com dois homens no mesmo mês, estava comendo três ao mesmo tempo!
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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.
Belle
Swing: a vida real de uma praticante da troca de casais / Belle. - São Paulo : Matrix, 2007.
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