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Belle - Swing: Parte XI

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Parte XI:

Teu corpo seja brasa
e o meu a casa
que se consome no fogo

um incêndio basta
pra consumar esse jogo
uma fogueira chega
pra eu brincar de novo


Teu corpo seja brasa
(Alice Ruiz)



Fiquei encantada em conhecer o Club Vogue, quando vi pelo site que o local tinha dentro do labirinto uma sala de véus. Sempre achei lindo, e já comecei a me imaginar toda vaporosa lá no meio daqueles tecidos transparentes, transpirando sensualidade e tesão. Só não podia imaginar que seria tão bom quanto de fato foi.
Era um sábado e eu havia prometido a mim mesma que não iria mais a casas de swing aos sábados, já que nesses dias os clubes ficam entupidos de gente e muitas vezes não apenas de adeptos do estilo de vida liberal, mas também de curiosos, que vão apenas para zoar. Já vi um grupo de jovens uma vez que ficou na janelinha de um dos quartos gargalhando e comentando em voz alta sobre a performance do casal que transava lá dentro. Achei o fim da picada! Prefiro mil vezes os dias da semana, quando se encontra a galera que está realmente interessada em diversão, aos dias em que um monte de jovenzinhos desocupados resolve fazer excursão escolar para ver como as pessoas liberais transam.
Voyeurismo tudo bem, mas nem sempre é isso que rola.
Já me aborreci muito com esse tipo de pessoa que freqüenta as casas. Aliás, não é em todas as casas que isso ocorre, mas há algumas que parecem se importar só com a quantidade de freqüentadores e não com a qualidade da freqüência.
Felizmente, esse não foi o caso da Vogue, que foi uma grata surpresa para mim.
Chegamos à Vogue por volta da meia-noite, e, pela quantidade de carros na entrada, a casa devia estar lotada. Fomos apresentados à casa por uma hostess muito simpática e já fomos nos empolgando com as atrações. Assim como o Inner, a casa também tem um cineminha.
Como de praxe, nós fomos para o labirinto. Normalmente é lá que a coisa ferve. Eu, pela primeira vez na vida, estava com um pouco de preguiça de transar, mas não durou nadica de nada.
Chegamos ao fim do labirinto e lá estava a sala de véus, esperando por nós. Além dos véus e dos habituais sofazinhos, a casa também contava com uma cama incrível, na qual cabiam diversos casais. Eu mal cheguei e já subi na cama e fiquei de quatro. O Léo amou o universo ao nosso redor!
Eram casais muito bonitos e alguns homens sozinhos, que para meu deleite incentivavam os casais praticantes a ficarem cada vez mais safadinhos.
O Léo me pegou por trás e me fodeu todinha. A platéia adorou! Mas não teve bis. Como eu estava em um dia meio devagar, não quis transar com nenhum outro.
Saímos de lá e fomos para as mesinhas. Próximo à pista de dança há uma espécie de camarote no qual podemos ficar assistindo ao que rola na pista.
Não estava rolando nenhum show nessa hora, e na verdade a pista contava com poucas pessoas, mas havia uma mulher, quase uma senhora, que estava dando um banho de descontração sob os holofotes do dj.
Era impressionante, porque ela não era jovem, bonita ou sexy, mas dançava como se ninguém estivesse olhando, e de tão livre, desencanada e bem resolvida, tornava-se de uma sensualidade muito interessante. Ela vestia uma calça jeans meio larga e uma camisa branca de manga comprida, totalmente decotada. Usava sapato de salto baixo, óculos, cabelos curtos. Mas ela se segurava no cano que as dançarinas usam para se apoiar durante os shows de strip-tease, e simplesmente arrasava! O parceiro dela estava visivelmente encantado, hipnotizado!
Isso só confirma o que já estou cansada de dizer para as minhas amigas: não existe mulher mais sexy do que aquela que se ama. Claro que se cuidar é importante, mas isso também faz parte do pacote de se amar. Tamanho do peito, medida da cintura e índice de massa corporal não são as únicas coisas que mobilizam um homem. Não se preocupe, porque aquela celulitezinha que tanto incomoda raramente é notada pelo sexo oposto. Aposte mais nos quesitos charme, boa pegada e sensualidade, e, se está tão preocupada assim em investir em algo que realmente faça com que os homens fiquem loucos por você, invista em uma aula de pompoarismo. Aliás, se você tem dificuldade de exercitar sua sensualidade, procure por um bom curso de sensualidade e strip-tease. Invista em você!
Fico pasma ao ver o grande número de gordinhas muito bem resolvidas que existem nesse meio. São inúmeras. Várias delas lindas e sexy. O Léo adora uma mulher de corpão perfeito (tipo eu), mas aprendeu a respeitar e valorizar o tesão com mulheres gordinhas e sensuais. Não pense que elas deixam de usar uma bela calcinha fio-dental ou de caprichar no tamanho da minissaia ou do decote. Elas abusam da safadeza nas roupas, e, quando o fazem com bom gosto, arrasam na produção.
Acho o máximo mulher que se curte e se valoriza, não só atrai mais os homens como também goza muito mais.
Aliás, falando em gozar muito mais, que noite foi aquela?


Estávamos ainda no camarote, assistindo à movimentação, quando o Léo propôs que fôssemos embora. Nós tínhamos tido um dia muito cheio e ainda saímos à noite. Fomos à Vogue aquela noite só porque queríamos muito conhecer a nova casa, então, não tínhamos a menor expectativa de aprontar muito. Conhecemos a casa e demos uma trepadinha. Já estava bom para ir embora, mas eu estava com tanta preguiça que até para levantar e ir embora eu fiz corpo mole.
Então ficamos ali mais um tempo, tomando um suco e relaxando naquele ambiente bem bacana. Quando resolvemos, por fim, ir embora mesmo, decidimos dar uma última passada pela casa para dar uma geral final. Passamos pelo cinema, que está muito bonito e com cheiro de coisa nova, mas estava tão frio que desistimos. Então fomos passando pelos corredores da casa, até achar uma sala de toque. Achamos que poderia ser uma brincadeirinha light para quem estava a fim de um tesão mais moderado. Então entramos na casinha e começamos a transar com as janelas abertas, a luz acesa e a portinha do toque escancarada. Não deu nem cinco minutos e já tinha gente aglomerada para assistir à nossa performance, e com um pouco de sorte participar um pouquinho da brincadeira.
Alguns rapazes se acotovelavam para nos ver atuando dentro da salinha, através dos buracos para as brincadeiras de toque Pouco tempo depois, alguns deles já estavam explorando melhor esse recurso, aproveitando para me tocar enquanto eu transava bem gostoso. Eles me pegavam nos peitinhos, passavam a mão pelas minhas coxas e o mais gostoso: enfiavam o dedo no meu cu. Uma delícia.
Algum tempo depois, um deles, mais ousado, colocou o pau no buraco para que eu o acariciasse. Eu o peguei na mão e comecei a masturbá-lo, até lembrar da delícia que era levar o Léo para fazer Holly Glory no Japão, e decidi que essa também poderia ser uma brincadeirinha bem gostosa para fazer por aqui.


Holly Glory é uma prática bem conhecida entre os japoneses praticantes do swing. Trata-se de um local com inúmeras cabines minúsculas nas quais se encontra um buraco na parede.
Normalmente essas cabines são decoradas com fotos pornográficas e imagens de gosto duvidoso, mas também há lugares mais sofisticados onde a imagem na parede é de alguma celebridade nua, e o buraco fica exatamente na região da vagina da tal estrela. Algumas delas são equipadas com vídeos eróticos e material de higiene de primeira. Outras contam com uma pequena pia e um papel higiênico de quinta categoria. Seja como for, a idéia do Holly Glory é simplesmente deliciosa e certamente é um motivo a mais para reforçar todas as teorias freudianas que dizem que a mulher tem inveja do pênis.
Realmente, quando vou a lugares como um Holly Glory, me pergunto: por que eu não tenho um pau? Mas a vontade logo passa, viu?
A lógica dessa prática é a seguinte: o homem coloca o pênis já ereto no orifício e do outro lado uma mulher abocanha gulosamente o pau do felizardo. Assim ela chupa o pau dele sem ver seu rosto, sem saber nada dele e vice-versa. O homem que é chupado não faz a menor idéia de que tipo de garota está do outro lado. Não sabe se é jovem, velha, bonita ou feia. Fica tudo por conta da fantasia do cidadão, e como a imaginação é a coisa mais erótica que existe, então o tesão é garantido.
Outra coisa que faz o Holly Glory ser delicioso é que não há dispersão do desejo. Ele é uma experiência extremamente genital. Toda canalização do tesão e do prazer ficam restritas ao pênis. Normalmente os homens vão ao delírio. Afinal, sexo oral é uma prática apreciadíssima e de fato deliciosa para quem o recebe.
Eu, particularmente, também acho um tesão fazer. O estado de entrega dos homens no momento em que os chupamos é absoluto. Eles ficam nas mãos (ou na boca) da mulher que se delicia com ele. E um momento de alucinação, de tirar o cara do ar. Posso sentir nessas horas que tenho o cara em minhas mãos. Ele fica rendido, entregue a um tesão que não pode controlar.
Não por acaso, o Léo tinha uma memória erótica fantástica de uma mulher que conheceu em um vôo interestadual. Ela, após meia dúzia de cantadas baratas com fortes componentes de sacanagem explícita, levou-o ao delírio quando, sem a menor cerimônia, se aproveitando do fato de que era um vôo noturno e que as comissárias de bordo provavelmente dormiam, abriu a braguilha da sua calça, puxou o pau dele para fora e chupou até ele gozar dentro da sua boca sedenta. Ela não deixou uma gotinha de porra para contar história. Fez ele gozar feito louco e ele nunca esqueceu da ousadia e safadeza dessa mulher.
Ela disse a ele que o que mais curtia na vida era chupar. Ver um homem rendido aos pés (ou lábios) dela. Ele estava no meio de uma viagem de negócios e ela seria sua colega de evento. Eu nem preciso dizer que ela o chupou todas as noites subseqüentes a esse episódio, não é? Como ela era casada, não deu (e acho que nem daria) em nada. Mas o Léo nunca mais esqueceu da boca e da safadeza dessa mulher. Não é sem uma ponta de ciúme que conto essa história, mas acho que é bom para refletirmos sobre as inúmeras possibilidades de experimentarmos e exercitarmos nosso tesão.
Desenvolver nossa libido de forma tal que oferecer tesão ao outro possa também nos levar às alturas.
Ele me explicou que muitas mulheres têm nojo ou aflição de colocar um pênis na boca. Eu não consigo imaginar o porquê, afinal, um pênis limpinho, de banho recém-tomado é a coisa mais deliciosa do mundo. Isso sem contar as inúmeras possibilidades que advêm dessa prática: pau coberto com chantilly, com leite condensado, alterar as sensações usando gelo ou gel especial para a prática de sexo oral (uns esquentam a região, outros esfriam), enfim, um mundo de alternativas.
O mesmo vale para quem faz sexo oral na mulher. Lambuzá-la com mel, creme de chocolate. Hummm, que delícia! E ainda existe a técnica de introduzir um morango ou uma cereja na vagina da parceira e ir sorvendo-a pouco a pouco ali mesmo na entradinha da boceta. E uma delícia para quem faz e para quem recebe.
Para a mulher que quer experimentar, mas não curte o gosto, experimente fazer o sexo oral com um Halls ou uma bala de hortelã na boca: você disfarça o sabor natural do pênis e ainda provoca sensações diferenciadas por conta do geladinho da bala. Caso você queira ser mais ousada ainda e deixá-lo gozar na sua boca, mas tem nojo ou receio de não gostar do esperma, então deixe ao lado da cama uma taça de champanhe e um morango. Assim que ele jorrar o quentinho na sua boca, é só bebericar em seguida um gole de champanhe e todo o gosto será anulado. Coma o morango na seqüência e o sabor do champanhe ficará ainda mais realçado. Aprendi o lance do morango no filme Uma linda mulher, uma das bobagens mais adoráveis que o cinema americano já produziu. Eu, pelo menos, amei. Não é todo dia que podemos ver uma estrela da grandeza de Julia Roberts encarnando uma profissional do sexo que transcende todos os estereótipos maldosos que a maioria das garotas de programa está condenada a experimentar. E, como se não bastasse o enfoque humano conferido às garotas dessa categoria nesse filme, ainda tem a dica do morango com champanhe. Experimenta! Experimenta!


Incrível é a quantidade de coisas que pode passar pela nossa cabeça em apenas alguns segundos. Mas foi exatamente isso que passou na minha mente quando vi aquele pau duro feito pedra ali, empinadinho no buraco da parede, exatamente a mesma visão com a qual deviam se deparar as garotas japas que chupavam o pau do Léo nos Holly Glory de Tóquio. Normalmente íamos a locais mais bonitos e elaborados, onde ele podia decidir se ia pôr o pau no buraco da Jennifer Lopez, da Beyoncé ou da Maddona. Infelizmente nunca achamos uma Sharon Stone para ele. Ele é tarado por uma loira!
Decidi que era exatamente isso que eu ia ser naquele momento, uma garota Holly Glory; então, aproveitando que o Léo estava alternando estocadas na minha boceta por trás com chupadas deliciosas no meu peito e massagens vigorosas com o dedinho na minha bunda, eu passei a língua de leve na cabeça do pau do cara. O pau era meio pequeno, mas estava muito, muito duro. Pedi ao Léo para apagar a luz e fechar as janelas. Queria imitar exatamente uma cabine daquelas do Japão. Na verdade, nem sei se o lado das garotas na cabine é escuro ou iluminado, mas certamente ninguém assiste ao que elas fazem, então, ninguém ia me assistir também.
Fechei todas as janelinhas de toque e deixei somente a com o pau do cara que eu queria chupar. E ali eu comecei uma gulosa deliciosa naquele pau.
Chupei-o todo. Passei a língua na base do pênis e estiquei bem a língua para tocar o início das botas. Chupei com tanta força que o pau foi sugado até quase a minha garganta. Lembrei-me do clássico pornô Garganta Profunda em que a boqueteira do filme tinha um clitóris na garganta e por isso chupava o cara com uma fúria animal. Ela gozava chupando. Quase como a vadia que catou o Léo no avião em plena viagem de trabalho.
O cara já estava alucinando enquanto eu chupava, sentia que o corpo dele se projetava para a frente e para trás em um frenesi excitante. Foi o sexo oral mais rápido da minha vida. Não demorou nada e ele gozou, jorrando quentinho por toda a sala. Tirei o gosto do cara com um delicioso beijo do Léo. Essa safadeza inesperada me despertou de repente. A preguiça foi para o espaço e eu já não fazia a menor questão de voltar para casa cedo. Gozei com um pau na boca e outro na boceta, com a ajuda do meu dedinho, que massageava meu clitóris animadamente. Era só uma brincadeirinha, mas me deixou pronta para "re" iniciar a noite!


Já que estava desperta novamente, nada como voltar ao local onde tudo acontece: o labirinto!
Voltamos para lá, e agora a sala de véus parecia mais lotada do que antes. Como ainda estávamos meio exaustos da brincadeira na sala de toques, fomos para o canto de uma das camas e ficamos só assistindo à sacanagem rolando solta. Havia dois casais transando perto de nós, então nos aproximamos.
Os dois casais estavam tão entrosados que não parecia haver a menor chance de conseguirmos participar de algum modo do que estava rolando entre eles, mas ficamos por perto mesmo assim, afinal, mesmo que não rolasse uma troca em si, um carinho aqui, uma mão boba ali já podem ser bem excitantes no meio de uma transa.
Um dos casais começou a transar e a garota que estava com o outro rapaz aproveitou essa hora para começar a se pegar com a outra que era penetrada. Enquanto o casal transava, as garotas se beijavam na boca, se acariciavam e chupavam o peito uma da outra. Elas me puxaram para perto e me incluíram na brincadeira.
O Léo, que não é bobo nem nada, também começou a nos tocar e a tirar proveito da situação. Três mulheres safadas se esfregando pertinho dele. Não dá para resistir, não é? A morena que estava transando era safada, mas a loira de cabelo curto e peitos enormes que estava ao lado dela era mais pimenta. O Léo se empolgou, me colocou ao lado da morena e começou a me foder enquanto pegava nos seios dela. A loira que estava bem em frente a nós começou a se insinuar toda até conseguir colocar o bico do seio na boca do Léo.
O casal ao nosso lado gozou rápido e saiu da brincadeira. Já a loira, que ainda não tinha sido fodida, estava desesperada para brincar com o Léo. Tirei o pau do Léo de dentro de mim e começamos a brincar nós três. Eu chupava um dos peitos dela e ele chupava o outro. Eu abria a perna dela e puxava a mão dele para a grutinha dela, toda molhadinha de tesão. O namorado dela parecia ser um pouco tímido e ficou meio na dele quando tudo começou, mas depois que eu cheguei perto dele, começou a me pegar de todos os jeitos possíveis e imagináveis.
A loira dava longos beijos no Léo e esfregava os peitos nele, lambendo-o todo. O parceiro dela não era muito atraente e eu nem estava muito animada a transar com ele, mas o Léo e ela estavam se dando tão bem, que achei que valia a pena colaborar. Olhei languidamente para o namorado dela e pedi:
- Me fode?
Tudo com aquela carinha de boazinha e sexy, aquela coisa meio ninfeta/Lolita pedindo um picolé para chupar.
Ele imediatamente atendeu a meu pedido, colocou a camisinha e já saiu enfiando em mim por trás.
Essa foi a deixa para o Léo e a garota saberem que estavam liberados para transar. Ela tratou de ficar rapidinho de quatro, e ele, ajoelhado atrás dela, encapou o pau e meteu na boceta dela de uma vez só.
- Uhhhh! - ela gritou, e depois foi uma sucessão de uhhs, ahhs, hummms e ooohhhs interminável. Ela definitivamente gostava de um caralho. Rebolou bastante, e o Léo, percebendo que ela gostava de pegada forte, cravava os dedos nas ancas dela para fodê-la com mais intensidade. Ela gemeu e gritou muito.
Não pude deixar de notar a calcinha dela, que era linda. Estava puxadinha para o lado de um jeito que o Léo adora fazer quando fode essas safadas em casas de swing. Só puxa a calcinha de lado e craw! Mete ali mesmo, sem a menor cerimônia. Para ele, o elástico da calcinha ralando no pau enquanto a garota é fodida é um tiçãozinho a mais.
Essa era uma das garotas do exemplo clássico que disse. Gordinha, porém, linda e gostosa. O bom das gordinhas é que elas raramente têm peitos pequenos. Eu adoraria ter um peitão assim natural como o delas. Nunca coloquei silicone e invejo mulheres que têm uma comissão de frente natural e linda.
Vez ou outra o Léo escorregava a mão do quadril dela e corria na direção de seus peitos. A essa altura o marido dela já estava me fodendo gostoso. Pegando-me por trás e estocando que era uma delícia. Ela estava de frente para mim, então, puxou minha cabeça para perto dela e beijou a minha boca. Essa visão deve ter deixado nossos machos muito excitados, porque pude sentir que o Léo a estocou com tanta força que o corpo dela até foi projetado para a frente. O mesmo aconteceu com o marido dela, que aumentou a velocidade das estocadas e gemeu até gozar.
Fiquei imaginando o que faria enquanto o Léo ainda fodia a garota. Quando uma transa está gostosa, ele não faz a menor questão de ir rápido. Desfruta de cada minuto de tesão dentro da mulher com quem divide seu desejo. E uma coisa boa da maturidade. O cara consegue ter controle do seu próprio prazer e com isso aumentar muito mais as infinitas possibilidades de tesão por parte da mulher. Ele não goza rápido, mas se deleita com cada curva, cada arrepio, cada contração. Então, antes que eu pudesse pensar sobre o que faria para me divertir enquanto ele a fodia (tinha pensado em chupar a boceta dela enquanto ele estocava), percebi que havia uma coxa roçando na minha e um pau pincelando a minha bundinha. O cara perguntou se podia meter e eu não pensei duas vezes. Então ele colocou a camisinha e mandou brasa.
O Léo estava adorando comer a garota, não parava de chamá-la de gostosa. Às vezes dava uma recuada com o corpo para trás, dava uma paradinha e, então, uau! Estocava a bocetinha dela com tudo.
Atrás de mim, o segundo já havia saído e um terceiro rapaz se acomodava. Esse tinha uma pica enorme, e, quando ele meteu, bateu no colo do meu útero e eu gritei. Ele foi assim, estocando fundo e lento, com movimentos intensos e vigorosos, e eu comecei a gemer feito louca. Ao meu lado, em posição perpendicular a mim, outra loira começava a meter com um negro muito bonito.
Ela não era muito bonita de corpo, mas tinha uma sensualidade à flor da pele.
Cabelos bem longos e armados, de um loiro muito claro. Usava um elegante vestido preto com bojo de veludo que estava arriado, deixando seus seios enormes à mostra, e a saia levantada até a cintura pelas mãos do rapaz que a estocava por trás.
Ela olhou para mim e perguntou:
- Ai, como é gostoso ganhar rola, né?
Ao perceber que eu concordava, ela me surpreendeu com um beijo na boca e começou a me chamar de gostosa. Punha as mãos nos meus seios e chupava qualquer parte do meu corpo que estivesse ao seu alcance. Ela, então, começou a falar mil safadezas para mim: que adorava pau, que o pau na boceta dela a enlouquecia, mas que melhor era o pau na boceta com a minha boca molhando os lábios dela. Ela então mudou de posição. Ficou deitada com a barriga para cima e o cara se esfregando no corpo dela. Ela aparentemente se desinteressou e começou a brincar comigo. O cara pintudo gozou e eu sentei de lado para evitar que outro safado entrasse na fila. O Léo também já tinha terminado e estava sentadinho ao meu lado.
Eu fiquei com vontade de vê-lo traçando essa loira que era ainda mais safada do que a anterior, mas ele tinha acabado de transar, então achei que ele não teria gás para mais uma na seqüência. Comecei a chupá-la e deixei-a me chupar e pedi para ele ir se aproveitando dela junto comigo. A mão dele foi percorrendo o corpo dela e alisando-a. Ela era safada e gemia muito, pedindo para fazermos "coisas":
- Me chupa, me pega! - ela pedia.
Eu e o Léo fizemos o beijo triplo com ela. Nós adoramos! Enquanto isso, íamos tocando suas partes íntimas, nossos dedos se tocavam por entre suas pernas, sentíamos juntos o mel de tesão que escorria da boceta dela. Fomos escorregando nossas bocas dos lábios dela para o pescoço e fomos lambendo seu corpo até chegar aos seios. Dividimos um seio para cada um (adoramos fazer isso!) e ele enfiou o dedo todo na boceta dela.
Ela era muito safada, muito gostosa e estava muito, muito molhada. O Léo não estava em uma posição muito confortável, então, pedi a ele que se aproximasse. Conduzi o corpo dele por cima do dela e pedi que ele chupasse a sua boceta.
Ele estava ao contrário, fazendo com que rolasse um meia nove. Ele caiu de boca na grutinha dela e misturou toda a saliva dele com o mel que escorria dela. Ele a masturbou com a língua e ela começou a gemer feito louca. Enquanto ele a chupava, ela sugava o bico dos meus seios sem dó.
Olhei para o Léo e vi que o pau dele estava rijo e enorme, pronto para outra. Senti que era a hora de realizar o maior sonho da vida do Léo, duas mulheres só para ele!
Aproximei-me do ouvido dela e propus em um tom de voz sexy e sussurrante que nós fôssemos apenas os três para uma salinha reservada.
Fiz isso porque embora o Léo tivesse participado por diversas vezes de surubas, orgias e swings, não era a mesma coisa que um ménage. Nos outros casos, você chupa, pega, bolina e lambe quantos peitinhos, bocetas e bundinhas quiser, mas há outros homens fazendo o mesmo. Não há exclusividade. Não há duas mulheres ali só para você. Em uma hora estão chupando seu pau e no minuto seguinte o pau de outro.
No ménage, apenas três pessoas transam. A entrega é maior e as condições de experimentar mais as possibilidades de dois corpos em suas mãos são maiores também. Há duas modalidades de ménage: o masculino, quando dois homens transam com uma mulher (esse já fizemos de monte); e o feminino, quando duas mulheres transam com um único homem.
Diz a lenda que essa é a maior fantasia do homem brasileiro, e o meu homem não estava fora das estatísticas. O maior sonho dele era foder uma boceta com outra molhada se esfregando na sua boca. Dar prazer a duas mulheres ao mesmo tempo e se refestelar com dois corpos femininos de uma só vez, um sonho agora muito perto de se realizar.


Ela topou na hora e foi só buscar o marido (ué, tinha marido?) para irmos para uma salinha só para nós. O marido dela pelo jeito era só voyeur. Não o vi o tempo todo em que o negro bonitão a fodia, nem ao menos quando nós estávamos brincando com ela. Acho que ele estava sentado próximo, mas só assistindo.
Fiquei receosa de que o fato de ele entrar na salinha significasse que estávamos partindo para um swing, porque não era o que eu tinha em mente. O que eu queria mesmo era realizar a fantasia do Léo. Seria inesquecível termos essa experiência, e eu me sentiria muito mais orgulhosa e excitada com a iniciativa partindo de mim.
Decidimos ir a uma salinha para exibicionistas. Ela ficava nos fundos de uma das camas com véus, e funcionava como a parede de fundo da cama de véus do labirinto. Tudo que fosse feito do lado de dentro da sala podia ser visto pelas outras pessoas. Era como fazer aquelas peças de teatro de sexo ao vivo, mas dentro de um aquário. Engraçado que, pelo lado de dentro da salinha, não enxergávamos nada do lado de fora. Uma escuridão total. Bacana, porque assim as pessoas mais tímidas se sentem mais à vontade para fazer o que quiserem lá dentro sem se preocupar com as reações de quem as assiste elas.
Assim que entramos na salinha, o marido dela sentou-se em um cantinho. Disse que queria nos assistir (a mim e à mulher dele). Então, para não desagradar o patrão (eu queria muito esse ménage!) eu comecei a me agarrar com ela. Deitamo-nos na cama e rolamos uma por sobre a outra, nos chupando, nos lambendo e nos beijando. As nossas mãos eram safadas e escorregavam pelo meio das nossas pernas, das nossas bundas, dos nossos seios. Ela masturbou minha boceta de leve e eu endoidei de tesão. Então ela não se fez de rogada e se encaixou no meio das minhas pernas e começou a chupar minha boceta verozmente.
O Léo não resistiu à cena, e sem nem perguntar para o marido dela se podia, foi lá e meteu a rola por trás dela. A mulher gemia muito, muito, muito. Começou a rebolar feito louca. De novo ele só precisou puxar mais para o ladinho outra calcinha linda, diminuta, modelo fio-dental perdida em um bundão de vadia, e estocar. Ela certamente estava muito mais molhada que a outra, porque ele já começou a se contorcer de tesão logo nos primeiros segundos em que a estocou. Ela gritava, gemia, pedia mais e ele dava. Quanto mais ele estocava a boceta dela, mais ela chupava a minha com tesão.
Que chupada deliciosa! Aquela sabia fazer sexo oral! Enfiava a língua no fundo da boceta e depois trazia a língua para fora e fazia movimentos circulares no meu clitóris. Que delícia! Eu subia pelas paredes. Não me contive. Ela arrancava de mim suspiros, gemidos e urros de tesão. Eu não consegui me controlar, rebolava com a boceta na sua boca e contraía a pélvis de forma alucinada.
O Léo a estocava tão fundo e com tanta força que mal reconheci aquele homem selvagem se acabando de meter. Ela fazia movimentos bem ritmados e não parava de rebolar, parecia que não cansava nunca, e ainda me chupava ininterruptamente. Percebi que se o Léo a tratava de forma mais safada, ela fazia o mesmo comigo, então, quando ele começou a gritar: "Ahhhhhhhhhhrrrrrr!" e a puxar o quadril dela para trás com a fúria de um violador, ela começou a dar tapas na minha bunda.
Nunca gostei dessa coisa de bater e apanhar na cama (e muito menos fora dela). Gosto muito de pegada forte, de macho que segura com autoridade e te fode sem dó, mas tapas eu nunca admiti, só que os dela eram absolutamente simbólicos, eu não sentia dor alguma. Percebia que estava apanhando mais pelo som das palmadas na minha bunda do que pela sensação de receber os tapas.
Ela foi assim, batendo de levinho e o Léo estocando-a com vontade, até que eu não agüentei e gozei na boca da moça. Eu me contorci toda. Gemi, gritei, perdi a compostura. Abri as pernas feito uma piranha de show barato e fiquei ali toda arreganhada, gritando feito louca, enquanto uma gama enorme de sensações percorria meu corpo inteiro. O biquinho do meu peito ficou tão duro que eu pensei que ele pudesse se quebrar ao menor toque. Minha boceta se contraiu toda com a língua da vadia ainda se mexendo lá dentro. Eu me agarrei aos seios dela e deixei-a fazer o que quisesse comigo.
Desabei exausta de tesão, mas era como se houvesse apenas uma trégua e não o fim do ato. Eu prossegui com tesão e extremamente excitada em ver o jeito como o Léo se encaixava com desejo dentro da moça. Assim que eu gozei e inundei sua boca com meu tesão, ele puxou o rosto dela para si e a beijou na boca. Sentiu meu gosto, minha boceta, pelos lábios de outra. Nessa hora, enquanto continuava fodendo a moça e a beijava ardente de desejo, ele esticou a mão e alcançou meus seios.
Colocou seus dedos dentro da minha boca, e aí foi a minha vez de sentir o gosto daquela fêmea na pele do meu macho.
Estávamos muito alucinados de tesão. O Léo a pegava toda, apertava, lambia, puxava o corpo dela contra o dele e gemia feito um bicho no cio. Ela também não se cansava de pedir mais e de implorar por mais pica. Ela esfregava a bunda no púbis dele enquanto ele a penetrava. Eu podia ver o pau dele entrando e saindo da boceta dela. A camisinha toda molhada, cheia do tesão que ela não conseguia conter dentro dela.
O marido seguia quieto no canto da sala, apenas atento, observando. Ela o chamou e pediu que ele lambesse a minha boceta para sentir o gosto do gozo que ela tinha me proporcionado.
Ele colocou a boca nos meus grandes lábios e deixou a língua escorregar pela boceta toda até chegar ao clitóris. O contato com a língua dele disparou mais uma onda de eletricidade pelo meu corpo, mas o desempenho dele não era lá essas coisas. Difícil saber se ele era ruim de sexo oral ou se estava constrangido por ter de chupar a boceta de uma estranha. O toque dele durou alguns segundos e ele finalmente desistiu. Voltou para seu cantinho do quarto e continuou apenas assistindo.
O Léo já subia pelas paredes quando me trouxe mais para perto dele e começou a bolinar nós duas ao mesmo tempo. Pegava nos meus peitos e nos dela, na minha bunda e na dela, lambia uma e outra, me puxou para perto e fizemos outro beijo triplo. Esse com o pau dele latejando dentro dela. De repente ele me pediu para ficar de pé. Eu obedeci e minha bocetinha ficou na exata direção dos seus lábios. Ele não teve a menor dúvida: encheu a boca com a minha boceta. Colocou tudo na boca, os grandes e pequenos lábios e o clitóris, se detendo neste. Lambeu muito, masturbou meu órgão com sua língua vigorosa. Enfiou mais fundo e fodeu minha boceta colocando a língua para dentro e para fora. Fez com mais força, até sentir que eu estava mais molhada do que nunca.
As estocadas da língua na minha boceta eram exatamente correspondentes às estocadas dele na boceta da safadinha.
Era como se ele estivesse literalmente fodendo as duas ao mesmo tempo. Era a maior fantasia dele se realizando e, que honra, comigo!
Não sei como ele agüentou tanto tempo sem gozar, deve ter sido um esforço hercúleo para não explodir de prazer antes de ter feito exatamente cada coisa que ele de verdade desejava fazer e fez!
Ele enfim gozou, com o pau enterrado na bocetinha dela e a língua enterrada na minha. Foi um delírio. Um orgasmo longo e intenso. Ele sugava minha boceta para dentro de sua boca como se quisesse me arrastar inteira, corpo e alma, para dentro de si. Eu fiquei ali, apoiada em uma perna, enquanto a outra, entrelaçada ao redor do seu pescoço, me deixava, naquele momento, completamente unida a ele. Naquele momento, parecia que nosso corpo era um só e o da moça, apenas um corpo alheio ao nosso.
Durante o gozo dele eu apertei bastante a minha perna ao redor dele. Envolvi seu rosto com as minhas mãos e quase me agarrei aos cabelos dele na hora "H", tamanho era o tesão de ambos.
Fui me desvencilhando levemente do seu corpo e descendo. O gozo foi longo e lento, ele aproveitou cada segundo desse prazer. Quando terminou de gozar, ficou beijando o ombro da moça demoradamente, como que agradecendo pela oportunidade de realizar um sonho, um desejo, acalentado desde a adolescência. Ele a abraçou forte por trás e beijou seu ombro algumas vezes mais. Nessa hora fiquei com um pouco de ciúmes, afinal eu sempre encarei o gozo como o fim do objetivo. Nunca fiz carinhos ou dei beijinhos (desses de carinho) em um parceiro de swing. Acabado o coito, o objetivo foi atingido.
Não curto quando os caras ficam me abraçando ou fazendo cafuné. Tenho para mim e faz parte do nosso acordo que meu tesão está disponível para qualquer parceiro de swing, mas meu carinho só disponibilizo para meu amor. Aqueles beijos pós-gozo foram uma pequena quebra de trato e eu tenho de admitir que me senti um pouquinho mal. Acho que eu tinha a expectativa de que, ao fim do ato, ele correria para os meus braços, para os meus beijos e agradeceria no meu ouvido pela oportunidade que SÓ EU dei a ele.
Ele fez isso mais tarde, mas eu imaginava que seria ali. Que aqueles beijinhos carinhosos seriam meus, mas após os beijinhos dela, ele não veio para mim. Foi direto ao encontro das suas roupas esquecidas na sala ao lado.
Eu não disse nada, e nem diria. Seria estragar um dos momentos mais importantes da nossa vida de swingers. Aquele instante era dele e eu tinha de perdoar qualquer excesso proveniente daquela grande emoção.
A pontadinha foi apenas uma pontadinha, e logo seria suplantada por emoções mais positivas. O tesão que experimentamos naquela noite, no entanto, foi marcante demais. Ainda que tenhamos outras experiências semelhantes, essa foi a primeira, e, como toda primeira vez em tudo que se faz, também se tornou inesquecível.
Sei que depois desse episódio nossas almas ficaram mais livres, nosso tesão mais intenso e nosso amor ainda mais apaixonado. O swing, quando praticado com respeito pelo casal, pode ser delicioso e revigorante e uni-lo ainda mais. Por que fazer pelas costas aquilo que podemos fazer juntos?
Amamos nossa vida safadinha, é maravilhoso poder ter experiências como essas em que nossos desejos mais ocultos deixam de ser uma perversão e passam a ser uma aventura deliciosa a se repartir em dois. Não há palavras para descrever o grau de cumplicidade que se cria entre casais que se amam e praticam o swing como uma opção para sair do trivial, de apimentar a rotina e desbancar as armadilhas tediosas do cotidiano.
Por isso sempre digo: não use o swing como muleta para um casamento que vai mal, não o use como alternativa para trair seu parceiro de forma segura, nem o use com a esperança de que, realizando os desejos do seu parceiro (e violentando seus limites), você vai conseguir mantê-lo ao seu lado.
O swing deve ser uma opção amadurecida pelo casal. É preciso que se estabeleçam limites (e isso é muito pessoal, não há regras quanto a isso), que se definam meios e que se delineiem formas de realizar sua fantasia.
Alguns poderão ler este livro e não compreender como uma mulher apaixonada pode se entregar a outro homem, ou como uma praticante de swing pode se definir como uma romântica inveterada. Mas é simples. Nunca na minha vida eu me entreguei a outro homem que não fosse o Léo. Tudo bem que antes dele eu posso até ter tentado me entregar a outros homens que na época eu julgava ter amado. Mas nada que se compare ao que eu vivo desde que encontrei o amor da minha vida, meu companheiro, meu tudo. Esses homens com os quais eu tenho experiências sexuais, no entanto, sequer têm condições de entrar na conta das pessoas para as quais eu me entreguei. Eu não me entrego quando faço sexo, eu me entrego quando faço amor. E o único na face da Terra com quem eu sou capaz de fazer amor é o Léo.
Quanto à segunda questão, sobre como uma swinger pode ser romântica, acho que a declaração de amor acima já fala por mim.
Não acredito em amarras, em coleiras ou em jaulas. Acredito que o amor só se desenvolve em liberdade. E, veja bem, não estou fazendo a apologia do swing. Este não é um livro de auto-ajuda, eu não vou dizer a você que o swing deixará sua vida melhor ou fará de você um ser humano mais feliz. Nada disso. Essa foi a forma que eu e o Léo descobrimos para que o amor se desenvolvesse livre de amarras nas nossas vidas. Mas única e exclusivamente você é quem tem condições de saber o que é o melhor para que seu amor cresça e se desenvolva. A única coisa que não se pode perder de vista é que amor necessita de cultivo e cuidados diários.
Para os que ainda não têm um amor, o swing pode ser uma alternativa segura de realização de desejo sexual. Transar só por transar. Por que não?
Sem iludir, sem xavecar, sem enganar. Sem prometer que vai ligar no dia seguinte e não ligar, sem esperar a ligação do fulano e não receber. Sexo por sexo, porque ter tesão e dar vazão a ele não é indecente. Indecentes - como muitos já disseram - são a fome, a guerra e a ignorância. Indecência é não ter respeito pela diversidade humana, julgando as pessoas pela aparência, raça, credo ou classe social, como se fosse justo julgar um livro apenas pela capa.
O swing é, na verdade, uma opção não hipócrita para os que consideram que a monogamia sexual não é a única alternativa para a vida em sociedade.
Os swingers não são pervertidos ou doentes. São pessoas comuns, iguais a você: trabalham, estudam, têm filhos ou não. Em nada diferem do resto do mundo, exceto por uma opção sexual diferenciada.
Assim como os gays, lésbicas, transexuais e transgêneros viveram na escuridão por longo tempo, hoje é a maior parte dos swingers que passa por isso. Ocultados por trás de codinomes e nicks virtuais, temos dificuldade de assumir nossas escolhas. Trazer a público a nossa opção poderia nos levar ao banco dos réus da sociedade burguesa, que prefere acolher a traição, a iniciação sexual com a empregada da família, o xaveco vazio cujo único interesse é a cama, mesmo que a outra parte envolvida acredite estar vivendo uma história de amor e se iluda, se machuque a aceitar que somos muitos, somos diversos e que não há regras para a felicidade humana, afinal, como diria Caetano Veloso, "de perto ninguém é normal".

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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.

Belle
Swing: a vida real de uma praticante da troca de casais / Belle. - São Paulo : Matrix, 2007.
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