Escrito por Fábio e Cris Ter, 14 de Abril de 2009 12:26
Dicas e toques para os rapazes:
• Homem sozinho pode, sim, curtir os prazeres do swing, mas precisa compreender que não pode decidir ou impor suas idéias para o casal. Pode no máximo sugerir, mas cabe ao casal decidir se quer ou não ir adiante com a brincadeira proposta. Lembre-se de que o swing é um momento do casal, sua participação é sempre um bônus. Faça por merecer;
• Nem toda mulher gosta de sexo anal, nem toda mulher gosta de brincar com outra mulher e nem toda mulher gosta de chupar pau. Respeite as limitações de cada uma e, por favor, não seja chato. Homem que força a barra é um porre;
• Não peça para sua parceira chupar você sem camisinha, os riscos de contrair doenças são muito altos, não sabia, não?
• Respeite o parceiro da garota. Não tem nada mais grosseiro e ridículo do que caras que ficam tentando competir com o marido ou namorado da garota. Falar bobagens do tipo: "Aposto que te fodo melhor do que ele!", definitivamente não despertam tesão em garota alguma, pelo contrário, até broxa a nossa vontade de transar com o cara. A lógica é a seguinte: um cara que não respeita meu parceiro não merece o meu respeito. Faça esse tipo de gracinha comigo e deixo você falando sozinho. Entenda que a esposa está transando com outros para aumentar o prazer do casal e não porque seu macho "não dá no couro". Entendeu?
• Ainda dentro da lógica do item anterior, entenda que para ganhar a esposa, você necessitará ganhar o marido. Isso não quer dizer que eu esteja te induzindo a alguma experiência gay. O que estou tentando explicar é que nenhum homem deixará sua mulher nas mãos de um homem que não inspire confiança, ou que seja grosseiro ou mal-educado com ele;
• Não seja grudento, não pegue no pé. Ainda mais se ela tiver um parceiro. Aborde o casal discretamente, e se a resposta for não, saiba tirar o time de campo na boa.
• Não trate as mulheres como se fossem suas. Elas não são! Por isso, se você quer fazer qualquer coisa que não esteja no script, precisa pedir primeiro. Nada de colocar o pênis ou o dedo no ânus da garota ou qualquer coisa parecida, sem antes pedir permissão. Nunca avance sinal algum sem pedir autorização expressa. Você pode estragar a diversão dela e a sua;
• Nunca, em nenhuma circunstância, aborde as mulheres na ausência de seus maridos. Eu (e a maioria das mulheres) abomino o tipo de cara que espera o marido ir ao banheiro para abordar a esposa no corredor. Isso é antiético, grosseiro e ridículo. Cartão vermelho para você!
• Trate com respeito as profissionais do sexo. Por princípio, casas de swing não deveriam abrigar esse tipo de profissional, mas na maioria dos casos abrigam, então, não custa relembrá-lo: não é porque você pagou por um programa que pode fazer o que quiser com a garota. Diante de você está uma mulher como outra qualquer, digna do mesmo respeito e boa educação que dispensa às outras;
• Casais swingers não costumam trair, resolvem seus desejos e impulsos sexuais juntos e, portanto, não precisam trair. Se sua esposa não sabe o que você faz, então você está traindo. Mas entenda que só irá rolar alguma coisa com a garota que está diante de você e ao lado do marido, mesmo que saia com outros homens sozinha, se tiver o consentimento do marido e vice-versa. Portanto, se nas rodinhas de machos o fato de você enrolar sua esposa é assunto engraçado e confere a você pontos de don-juanismo, fique esperto. Nas rodas de swing, a traição é muito malvista, então, contar vantagem sobre como sua esposa é bobinha e nem desconfia de sua vida paralela pode fazer você perder mil pontos em vez de ganhá-los.
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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.
Belle
Swing: a vida real de uma praticante da troca de casais / Belle. — São Paulo : Matrix, 2007.
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